Cirurgia de catarata

Recupere nitidez, contraste e independência dos óculos com lentes intraoculares premium.

Quais os Sintomas da Catarata?

VISÃO TURVA
Opacificação do cristalino com perda de nitidez
PIORA VISUAL
Queda de visão que não melhora mais com óculos
IMPACTO NA ROTINA
Dificuldade para ler, dirigir ou trabalhar

A cirurgia de catarata é o procedimento cirúrgico mais realizado no mundo e um dos mais seguros e eficazes de toda a medicina. Remove o cristalino opaco do olho — responsável pela catarata — e implanta em seu lugar uma lente intraocular premium transparente, recuperando nitidez, independência dos óculos e qualidade de vida. O Dr. Lucca Ortolan, diretor técnico e fundador da Ortolan Oftalmologia, é Médico Oftalmologista pela USP, Doutor em Oftalmologia pela USP e especialista em Cirurgia de Catarata pelo Hospital das Clínicas da USP.

Casal idoso caminhando na praia — vida ativa recuperada após a cirurgia de catarata.
Homem sorridente de terno — vida com mais nitidez e independência após a cirurgia de catarata.

Você sabe o que é catarata?

Vídeo da cirurgia

Clique na thumb para assistir ao vídeo.

A catarata é a opacificação progressiva do cristalino, a lente natural do olho. É a principal causa reversível de cegueira no mundo e costuma afetar pacientes com mais de 50–60 anos, embora também possa surgir mais cedo por uso de corticoides, trauma, diabetes, alta miopia ou predisposição genética.

Os sintomas típicos são visão embaçada, dificuldade para enxergar à noite, halos ao redor das luzes, mudança do grau dos óculos e perda da nitidez e das cores. A boa notícia é que a cirurgia é rápida, segura e altamente eficaz — dura em média 30 minutos e devolve a qualidade visual perdida.

Na Ortolan Oftalmologia trabalhamos com lentes intraoculares premium (monofocais plus, EDOF e trifocais) para atender cada paciente de acordo com o seu olho e com a sua rotina.

Como Funciona a Cirurgia de Catarata?

Olá! Sou o Dr. Lucca Ortolan, fundador da Clínica Ortolan, e criei esta página para te ajudar a entender mais sobre a catarata, suas causas, como prevenir seu aparecimento, seu tratamento e os cuidados essenciais no pós-operatório. A catarata é uma doença que causa diminuição da visão lenta e progressiva (geralmente), e é a principal causa reversível de cegueira no mundo.

A cirurgia consiste na remoção da catarata e substituição dessa lente natural por uma pequena lente artificial implantável dobrável (lente intraocular, LIO). Este implante é vitalício e permite que o paciente operado enxergue sem a distorção da visão que a catarata causa. É a oportunidade ideal para quem se incomoda com o uso de óculos e/ou lentes de contato e deseja maior independência.

A cirurgia moderna é o único tratamento conhecido que trata efetivamente a catarata. Chama-se Facoemulsificação com implante de lente intraocular. Em certos casos de catarata total, pode-se realizar facectomia extracapsular ou SICS (Small Incision Cataract Surgery). Em muitos casos, é seguro aguardar a catarata causar certa perda visual antes de operar, conforme orientação do oftalmologista.

Pode ser feita a laser? O laser de femtossegundo pode auxiliar opcionalmente duas etapas da cirurgia (incisões, capsulorrexe e fratura do núcleo). O uso do laser encarece significativamente a cirurgia e aumenta o tempo cirúrgico. A maioria dos cirurgiões não utiliza laser para todos os casos rotineiramente. A maior parte da cirurgia é feita pelo Facoemulsificador, instrumento que fratura, irriga, limpa e aspira o cristalino doente.

A cirurgia é rápida, simples e segura: dura em média 30 minutos, sem dor, com riscos controlados, realizada com sedação leve (como de endoscopia) e colírio anestésico. O paciente operado tem ganho direto em qualidade de vida com visão mais clara.

Equipe médica

Conheça o Dr. Lucca Ortolan:

O Dr. Lucca Ortolan Hansen é diretor técnico e fundador da Ortolan Oftalmologia, especialista em Cirurgia de Catarata, Cirurgia Refrativa, Córnea e Ceratocone pela USP. Doutor em Oftalmologia pela USP.

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O que é a Catarata?

Como acontece a catarata? O cristalino do olho (nossa lente natural interna) muda de cor com o tempo — fica branco, leitoso, amarelado ou esverdeado — e perde transparência. Esse processo de opacificação geralmente se dá pelo envelhecimento natural, mas pode ser acelerado em casos de: excesso de exposição ao sol, uso de corticoides (colírios, comprimidos ou injetáveis), trauma ocular, casos hereditários, alta miopia, cirurgias oculares prévias e diabetes mal controlada ou de longa duração.

Qual a idade? Geralmente em pacientes com mais de 50–60 anos. Mas já operamos pacientes muito jovens que desenvolveram catarata devido ao uso de corticoides para asma, câncer ou doenças autoimunes. Em certas famílias é comum o desenvolvimento de catarata precoce, sugerindo componente genético.

Qual o papel do cristalino? O cristalino é a lente natural interna do olho que, junto da córnea e do tamanho do olho (diâmetro axial), determina o grau do olho. O cristalino jovem permite o ajuste do foco para perto e para longe. A maioria dos pacientes que operamos de catarata já tem presbiopia (vista cansada), condição em que o cristalino perdeu a capacidade de focalizar adequadamente.

Quais os sintomas da catarata? A evolução da catarata leva à perda visual lenta e progressiva. Os principais sintomas são: piora de nitidez e contraste; mudança do grau (pode causar aumento de miopia ou mudança do astigmatismo); dificuldade com luzes fortes (dirigindo à noite); dificuldade em ambientes escuros e/ou muito claros; mudança das cores percebidas — o branco se torna amarelado ou esverdeado; halos concêntricos e raiados (starbursts) ao redor das luzes.

Nota importante: inicialmente o paciente pode perceber melhora da visão pela catarata incipiente, que pode reduzir seu grau para longe ou para perto. Isso é percebido com estranheza quando o oftalmologista cita que há catarata inicial.

Avaliação dos Olhos

Ilustração da avaliação dos olhos antes da cirurgia de catarata.

A cirurgia é indicada para maiores de 18 anos que apresentem boas condições dos olhos e que tenham catarata. Para pessoas sem catarata mas que desejam realizar a cirurgia de Troca do Cristalino Transparente / Implante de Lente Intraocular para tratar o grau e a visão de perto, é indicada realizar a cirurgia apenas com mais de 55 anos. São avaliadas:

  • CórneaCeratoscopia computadorizada (topografia corneana) e Tomografia de Córnea (Pentacam, Galilei, OCT de Córnea Visante ou OCT de Córnea REVO) — essenciais para indicar a melhor lente intraocular.
  • Retina e máculaRetinografia, Mapeamento de Retina e OCT de Mácula, para detectar doença subclínica (buraco de mácula, membrana epirretiniana, DMRI).
  • Nervo ópticoOCT de Nervo Óptico, para avaliar saúde do nervo e risco/presença de glaucoma.
  • Pressão intraocularTonometria, para identificar hipertensão ocular a ser tratada antes da cirurgia.
  • Biometria Óptica — medidas internas do olho com laser especial para o cálculo da melhor lente para cada caso.
  • Microscopia Especular de Córnea — avalia e conta as células endoteliais para certificar que a córnea aguenta a cirurgia sem descompensação.
  • História do paciente — condições sistêmicas, medicamentos, comorbidades.

Outros exames que podem ser solicitados: Campimetria visual computadorizada (função visual em suspeita/diagnóstico de glaucoma); Aberrometria (aberrações de alta ordem, córneas alteradas ou cirurgia refrativa prévia); Biometria ultrassônica (essencial em cataratas avançadas quando a biometria óptica não obtém medidas confiáveis).

Notas clínicas importantes: (1) Pacientes com glaucoma associado merecem planejamento especializado — podem se beneficiar de procedimento combinado (SLT, MIGS como iStent ou Kahook Dual Blade, trabeculectomia 'FACO-TREC' ou implante de tubo). (2) Pacientes com doença de retina ou maculopatia podem ter contraindicação a certas lentes (trifocais, bifocais). (3) Pacientes com rasgos na retina podem precisar de fotocoagulação a laser antes da cirurgia.

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Principais Lentes Intraoculares

Na Ortolan Oftalmologia trabalhamos com as melhores lentes intraoculares importadas. O uso de lentes modernas (premium) permite corrigir todos os tipos de grau: astigmatismo (lentes tóricas), presbiopia, miopia e hipermetropia.

Ícone das lentes monofocaisMonofocais

Excelente visão de longe, porém o paciente precisará de óculos para visão intermediária e perto. Poucas aberrações, aceitas pela vasta maioria dos pacientes. Podem ser usadas em pacientes com patologias oculares associadas ou cirurgias prévias. Podem ter correção de astigmatismo (tóricas). Menor custo. Exemplos: Clareon (Alcon), AcrySof IQ Monofocal (Alcon), RayOne (Rayner), enVista (Bausch & Lomb) e fabricantes nacionais como Mediphacos.

Ícone das lentes monofocais plusMonofocais “Plus”

Excelente visão de longe e foco estendido que ajuda na visão intermediária (até 1 metro). Poucas aberrações. Podem ser tóricas. Custo acessível, maior que monofocais tradicionais. Reduzem a dependência de óculos para intermediário. Funcionam bem em planejamento monovisão para ajudar no perto. Exemplos: Eyhance (J&J), Vivinex Impress (Hoya).

Ícone das lentes EDOFFoco Estendido (EDOF)

Excelente visão de longe e também corrigem visão intermediária e parte da visão de perto. Muito bem toleradas, raros casos de não adaptação. Induzem pequenas alterações com luzes. Podem ser usadas em pacientes com patologias oculares associadas (glaucoma, mácula). Podem ser tóricas. Toleram bem erro refrativo. Reduzem grandemente a dependência de óculos para intermediário e para perto. Funcionam bem em monovisão e em Mix and Match (EDOF no olho dominante e trifocal no não-dominante). Exemplos: Vivity (Alcon), Puresee (J&J), Symfony (J&J).

Ícone das lentes trifocaisTrifocais (difrativas)

Oferecem a melhor visão para perto disponível, mas têm características negativas como halos ao redor das luzes. Não devem ser indicadas para pacientes que dirigem muito à noite ou têm doenças oculares. Toleradas pela maioria, mas há maior risco de não adaptação e eventual necessidade de troca da lente. Reduzem contraste e luminosidade em certas condições. Não indicadas para pacientes com doenças oculares associadas (glaucoma, mácula) nem em cirurgias prévias com aberrações ópticas. É praticamente obrigatório ter correção do astigmatismo (tóricas). Não toleram bem erro refrativo. Maior custo. Exemplos: Panoptix (Alcon), Odyssey (J&J), Synergy (J&J).

Outras categorias existem no exterior, como as Light Adjustable Lenses (LAL), que ainda não entraram no mercado nacional. A melhor lente intraocular para cada caso depende de características do olho e de como o paciente usa a visão: doenças associadas, aberrometria, tamanho da pupila, biometria, características da córnea. A melhor lente nem sempre é a mais moderna ou mais cara.

Benefícios da Cirurgia

Desfrute de boa visão sem necessidade de óculos; melhora da visão de contraste, nitidez e cores; recuperação rápida; sem necessidade de internação na maioria dos casos.

Além da catarata, o que a cirurgia corrige? Miopia (dificuldade para ver de longe), presbiopia (dificuldade para perto), hipermetropia (dificuldade para ver de longe e de perto) e astigmatismo (distorção visual para perto e para longe).

Há prevenção para a catarata? Não há hoje nenhum colírio ou exercício que previna ou trate efetivamente as cataratas. Usar óculos escuros com proteção UV pode ajudar a diminuir a velocidade de deterioração do cristalino. Deve-se evitar o uso indiscriminado de corticoides sem indicação médica adequada.

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Como é o Pós-Operatório? Quais os Cuidados?

Geralmente o pós-operatório de cirurgia de catarata é tranquilo. A maioria dos pacientes tem pouca ou nenhuma dor, melhora rápida da visão em poucos dias e baixo índice de complicações.

Sintomas comuns e normais no pós-operatório:

  • Certo embaçamento nos primeiros dias, que melhora progressivamente.
  • Coceira ou sensação de raspado no olho operado.
  • Leve dor no olho operado.
  • Dor de cabeça.
  • Sensação de cansaço (devido à sedação).
  • Ligeira vermelhidão do olho operado.

Cuidados pós-operatórios essenciais:

  • Realizar higiene dos cílios com shampoo infantil ou produto específico por alguns dias antes da cirurgia — reduz o risco de infecção.
  • Usar os colírios corretamente para tratar a inflamação intraocular. Certifique-se de que a gota caiu no olho — em caso de dúvida, pingue novamente.
  • Lavar as mãos antes de pingar colírios e evitar coçar o olho operado.
  • Evitar esforços ou pegar pesos na primeira semana. Caminhadas são liberadas a partir do 1º pós-operatório.
  • Não entrar em piscina ou mar nos primeiros 30 dias.
  • Evitar atividades físicas de esforço moderado por 15 dias.
  • Aguardar 5 minutos entre colírios.
  • Dormir com o protetor plástico (oclusor acrílico) para evitar coçar o olho dormindo.
  • Avisar seu oftalmologista de sintomas inesperados.
  • Cuidado ao secar o rosto após o banho — evite esfregar a toalha nos olhos.
  • Não dormir nem apertar o olho operado ao se deitar.

Os retornos são no dia seguinte, na primeira semana, no primeiro mês e em três a seis meses — ou conforme necessidade individual. Em pacientes com doenças oculares associadas (glaucoma, retinopatia diabética, DMRI), o acompanhamento dessas condições continua.

Adaptação aos óculos, quando ainda forem necessários, costuma ser feita entre 30 e 60 dias após a cirurgia. Pacientes com lentes multifocais precisam de um período de adaptação cerebral às diferentes zonas de foco.

Meses ou anos após a cirurgia, uma parte dos pacientes pode desenvolver opacificação da cápsula posterior — fenômeno fisiológico, simples de resolver com uma capsulotomia a laser YAG, feita em poucos minutos no consultório e sem necessidade de nova cirurgia.

Quais são os principais Riscos da Cirurgia?

  • Grau residual — apesar da tecnologia de lentes e exames, pode ocorrer “sobra de grau” em certos casos. Pequenos ajustes podem ser feitos com laser, rotação da lente ou, raramente, troca.
  • Endoftalmite — a infecção do olho operado é a temida complicação que pode causar perda rápida da visão. Em caso de dor ocular, olho muito vermelho ou baixa visual no pós-operatório, avise seu oftalmologista rapidamente. Hoje ocorre em menos de 1 a cada 1.000 cirurgias graças a antissepsia rigorosa e antibiótico intracameral.
  • Aumento da pressão intraocular — pode ocorrer de maneira transitória, mais comum em pacientes com glaucoma ou que precisam usar colírio corticoide por tempo estendido. É tratado adequadamente.
  • Inflamação pós-operatória persistente — mais comum em pacientes com uveítes, doenças autoimunes, diabetes. Pode exigir uso mais prolongado de corticoide tópico.
  • Outros riscos discutidos caso a caso: edema corneano prolongado; edema macular cistoide (Síndrome de Irvine-Gass); ruptura da cápsula posterior; deslocamento da lente intraocular; descolamento de retina (especialmente em alto míopes); endotélio corneano comprometido; surpresa refrativa.

O Cirurgião de Catarata

Dr. Lucca Ortolan Hansen, cirurgião de catarata da Ortolan Oftalmologia.

Dr. Lucca Ortolan Hansen, diretor técnico e fundador da Ortolan Oftalmologia.

  • Médico Oftalmologista e Cirurgião. Especialista em Oftalmologia pela Universidade de São Paulo (USP), no Hospital das Clínicas.
  • Especialista em Cirurgia de Catarata pela USP (Fellow).
  • Doutor em Oftalmologia pela USP.
  • Palestrante de Congressos e Cursos. Autor de livros e artigos sobre Cirurgia Refrativa e Oftalmologia.
  • Realizou milhares de cirurgias oftalmológicas em sua carreira.
  • Mais de 1.000 avaliações 5 estrelas (Doctoralia + Google).
  • Cuidado humano e ético focado no seu bem-estar.
  • Aconselhamento honesto sobre a cirurgia e suas opções de tratamento.
  • Consultoria detalhada sobre as melhores opções para o seu caso.
  • Exames avançados na clínica feitos na hora — sem demora!
  • Diretor Técnico: Dr. Lucca Ortolan Hansen | CRM 177.002 | RQE 86.155.

O conteúdo deste site tem intuito informativo e educacional. Não deve servir como base para diagnóstico ou tratamento sem a realização de consulta médica oftalmológica com aconselhamento personalizado.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre cirurgia de catarata

Quando a cirurgia de catarata costuma ser indicada?

Quando a catarata começa a limitar a rotina do paciente e a queda visual já não é bem compensada com óculos.

A recuperação costuma ser dolorosa?

Na maioria dos casos, não. Pode haver sensação de raspado, leve ardor ou visão oscilante no começo, mas dor forte merece contato rápido com a equipe.

A escolha da lente intraocular muda o resultado?

Sim. O tipo de lente é parte importante do planejamento e deve ser decidido de acordo com o exame e com os objetivos visuais do paciente.

★★★★★

Operei catarata dos dois olhos com lente premium trifocal. Hoje leio, trabalho no computador e dirijo sem óculos. Dr. Lucca explicou cada detalhe com paciência.

Aparecida S.Dr. Lucca Ortolan
★★★★★

Operei minha mãe de catarata aqui. Atendimento humanizado, sem pressa. Expliquei pra ela tudo antes, Dr. Lucca refez tudo de novo com paciência. Recomendo!

Priscila N.Dr. Lucca Ortolan
★★★★★

Operei a catarata com Dr. Lucca com a lente EDOF. Consigo ler no celular sem óculos e dirigir à noite. Qualidade de vida renovada!

Sonia R.Dr. Lucca Ortolan
★★★★★

Fiz cirurgia de catarata dos dois olhos com lente tórica (tinha astigmatismo forte). Dr. Lucca calculou tudo com precisão. Hoje uso só óculos de leitura.

Silvia B.Dr. Lucca Ortolan
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