07 de jun. de 2026
Quando o ceratocone avança a um ponto em que crosslinking, anel intraestromal e lentes especiais não dão mais conta, o transplante de córnea entra em cena. Mas existem duas técnicas muito diferentes: o DALK (transplante lamelar profundo que preserva o endotélio do paciente) e o PKP (transplante penetrante, espessura total). Explicamos a diferença pra paciente.
06 de jun. de 2026
Os números do ceratocone mudaram radicalmente entre 1986 (1:2.000 pela técnica de Plácido) e 2021 (1:84 em jovens adultos australianos pela tomografia). É uma doença que aumentou de verdade, ou só estamos enxergando melhor? Resposta: as duas coisas - e a parcela ambiental (atopia, telas, hábito de coçar) pesa cada vez mais.
05 de jun. de 2026
Definir se um ceratocone está progredindo é difícil - não existe um critério único universal. Mas é a decisão que determina tudo: lentes rígidas, anel intraestromal e lentes esclerais ajudam a enxergar, mas NÃO param a progressão. O único tratamento que efetivamente para o ceratocone é o crosslinking corneano (CXL). Este artigo explica K1, K2, Kmax, paquimetria mínima, os critérios formais (Global Consensus Gomes 2015 + ABCD Belin) e por que essa decisão precisa ser tomada bem.
04 de jun. de 2026
Antes de chegar ao transplante de córnea, o anel intraestromal é a opção cirúrgica que regulariza a forma da córnea, reduz o astigmatismo irregular e melhora a visão em pacientes com ceratocone moderado a avançado que não toleram lentes especiais. Explicamos as duas marcas mais usadas (Keraring e Ferrara), a técnica com femtossegundo, candidatos, recuperação e o que esperar.
03 de jun. de 2026
Quando óculos e lentes rígidas convencionais não bastam mais, a lente escleral é a opção que muitas vezes evita o transplante de córnea: uma lente grande (15-22 mm) que se apoia na esclera e cria uma 'piscina' de fluido sobre a córnea irregular, devolvendo qualidade visual em ceratocone moderado a avançado.
02 de jun. de 2026
O ceratocone que aparece cedo é o mais perigoso: progride mais rápido, ataca a córnea numa fase em que ela ainda está se desenvolvendo, e mascara a gravidade nas primeiras consultas porque a criança ainda enxerga 'razoavelmente' com óculos. Pais e oftalmologistas precisam saber identificar os sinais cedo - e o crosslinking, nesses casos, é indicado imediatamente ao diagnóstico.
01 de jun. de 2026
A evolução do diagnóstico do ceratocone em uma linha do tempo: da ceratometria simples (Kmax >47-48 D) aos critérios topográficos de Rabinowitz, passando pela tomografia de Scheimpflug, o índice BAD-D de Belin/Ambrósio, a integração biomecânica (TBI) e, hoje, o mapa epitelial por OCT - capaz de flagrar o ceratocone subclínico antes que a córnea se deforme.
29 de mai. de 2026
Vista piorando aos poucos? Catarata, glaucoma silencioso, DMRI, retinopatia diabética e mais causas comuns. Quando agendar avaliação.
29 de mai. de 2026
Vista mudou de uma hora pra outra? Descolamento de retina, oclusões vasculares, neurite, glaucoma agudo e mais. Toda perda súbita pede avaliação no mesmo dia.
08 de jun. de 2026
O ceratocone é hereditário, mas não é uma doença de herança simples. Tem componente genético claro - familiares de primeiro grau têm risco várias vezes maior. Genes envolvidos incluem LOX (colágeno crosslinking), ZNF469 (Brittle Cornea Syndrome), TGFBI (distrofias estromais) e regiões identificadas por GWAS. Explicamos o que sabemos hoje e por que isso muda o rastreio familiar.
07 de jun. de 2026
Quando o ceratocone avança a um ponto em que crosslinking, anel intraestromal e lentes especiais não dão mais conta, o transplante de córnea entra em cena. Mas existem duas técnicas muito diferentes: o DALK (transplante lamelar profundo que preserva o endotélio do paciente) e o PKP (transplante penetrante, espessura total). Explicamos a diferença pra paciente.
06 de jun. de 2026
Os números do ceratocone mudaram radicalmente entre 1986 (1:2.000 pela técnica de Plácido) e 2021 (1:84 em jovens adultos australianos pela tomografia). É uma doença que aumentou de verdade, ou só estamos enxergando melhor? Resposta: as duas coisas - e a parcela ambiental (atopia, telas, hábito de coçar) pesa cada vez mais.
05 de jun. de 2026
Definir se um ceratocone está progredindo é difícil - não existe um critério único universal. Mas é a decisão que determina tudo: lentes rígidas, anel intraestromal e lentes esclerais ajudam a enxergar, mas NÃO param a progressão. O único tratamento que efetivamente para o ceratocone é o crosslinking corneano (CXL). Este artigo explica K1, K2, Kmax, paquimetria mínima, os critérios formais (Global Consensus Gomes 2015 + ABCD Belin) e por que essa decisão precisa ser tomada bem.
04 de jun. de 2026
Antes de chegar ao transplante de córnea, o anel intraestromal é a opção cirúrgica que regulariza a forma da córnea, reduz o astigmatismo irregular e melhora a visão em pacientes com ceratocone moderado a avançado que não toleram lentes especiais. Explicamos as duas marcas mais usadas (Keraring e Ferrara), a técnica com femtossegundo, candidatos, recuperação e o que esperar.
03 de jun. de 2026
Quando óculos e lentes rígidas convencionais não bastam mais, a lente escleral é a opção que muitas vezes evita o transplante de córnea: uma lente grande (15-22 mm) que se apoia na esclera e cria uma 'piscina' de fluido sobre a córnea irregular, devolvendo qualidade visual em ceratocone moderado a avançado.
02 de jun. de 2026
O ceratocone que aparece cedo é o mais perigoso: progride mais rápido, ataca a córnea numa fase em que ela ainda está se desenvolvendo, e mascara a gravidade nas primeiras consultas porque a criança ainda enxerga 'razoavelmente' com óculos. Pais e oftalmologistas precisam saber identificar os sinais cedo - e o crosslinking, nesses casos, é indicado imediatamente ao diagnóstico.
01 de jun. de 2026
A evolução do diagnóstico do ceratocone em uma linha do tempo: da ceratometria simples (Kmax >47-48 D) aos critérios topográficos de Rabinowitz, passando pela tomografia de Scheimpflug, o índice BAD-D de Belin/Ambrósio, a integração biomecânica (TBI) e, hoje, o mapa epitelial por OCT - capaz de flagrar o ceratocone subclínico antes que a córnea se deforme.
29 de mai. de 2026
Vista piorando aos poucos? Catarata, glaucoma silencioso, DMRI, retinopatia diabética e mais causas comuns. Quando agendar avaliação.
29 de mai. de 2026
Vista mudou de uma hora pra outra? Descolamento de retina, oclusões vasculares, neurite, glaucoma agudo e mais. Toda perda súbita pede avaliação no mesmo dia.
08 de jun. de 2026
O ceratocone é hereditário, mas não é uma doença de herança simples. Tem componente genético claro - familiares de primeiro grau têm risco várias vezes maior. Genes envolvidos incluem LOX (colágeno crosslinking), ZNF469 (Brittle Cornea Syndrome), TGFBI (distrofias estromais) e regiões identificadas por GWAS. Explicamos o que sabemos hoje e por que isso muda o rastreio familiar.