Cirurgia

Cirurgia de dacriocistorrinostomia (DCR)

Cirurgia que cria uma nova comunicação entre o saco lacrimal e a cavidade nasal para resolver a obstrução das vias lacrimais e o lacrimejamento excessivo (epífora) que ela provoca.

EPÍFORA PERSISTENTE
Lacrimejamento constante por obstrução lacrimal
DACRIOCISTITE
Infecção recorrente do saco lacrimal
SECREÇÃO CRÔNICA
Olho sempre úmido com remela matinal
Paciente com lacrimejamento em avaliação pré-operatória de DCR.
Cirurgia de dacriocistorrinostomia (DCR) | imagem 2

Como funciona e para quem costuma ser indicada

Quando o ducto nasolacrimal está obstruído, a lágrima não consegue escoar naturalmente do olho para o nariz e acaba transbordando pela pálpebra. Além do incômodo do lacrimejamento constante, pode haver secreção, irritação da pele ao redor do olho, conjuntivite recorrente e, nos casos mais graves, dacriocistite (infecção do saco lacrimal).

A dacriocistorrinostomia (DCR) é indicada quando as medidas clínicas e a sondagem não resolvem o problema. A cirurgia cria um novo caminho, abrindo uma comunicação direta entre o saco lacrimal e a cavidade nasal por meio de uma abertura óssea.

Existem duas abordagens principais: a DCR externa, feita por uma pequena incisão na pele ao lado do nariz, e a DCR endonasal (endoscópica), feita por dentro do nariz, sem cicatriz externa. A escolha da técnica depende da causa da obstrução, da anatomia do paciente e da experiência do cirurgião.

Recuperação e cuidados

No pós-operatório imediato, é comum haver discreto inchaço ao redor do olho e do nariz, hematoma transitório e leve sangramento nasal nas primeiras horas. Os pontos da pele (na DCR externa) são removidos em cerca de uma semana.

Um tubo de silicone fino pode ser deixado temporariamente dentro do novo caminho lacrimal para mantê-lo pérvio durante a cicatrização. Esse tubo costuma ser retirado em consultório depois de algumas semanas ou meses.

Colírios de antibiótico, lavagem nasal com soro e orientação para evitar assoar o nariz com força fazem parte dos cuidados da primeira semana.

Riscos e pontos de atenção

Os principais riscos incluem sangramento nasal, infecção, fechamento do novo trajeto por cicatrização, desvio do tubo de silicone e, raramente, cicatriz visível na pele (na técnica externa).

A taxa de sucesso (resolução do lacrimejamento) costuma ser alta em mãos experientes, tanto na técnica externa quanto na endonasal. Quando há falha, uma nova DCR pode ser considerada.

A avaliação pré-operatória inclui exame das vias lacrimais, sondagem, irrigação e, em alguns casos, exame de imagem (dacriocistografia) para definir o nível e a causa da obstrução.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre cirurgia de dacriocistorrinostomia (dcr)

Quando a dacriocistorrinostomia é indicada?

Quando há obstrução do ducto nasolacrimal causando lacrimejamento persistente, episódios de secreção ou infecção do saco lacrimal (dacriocistite) que não respondem ao tratamento clínico nem a sondagens.

Fica cicatriz no rosto?

Depende da técnica. A DCR endonasal (endoscópica) é feita por dentro do nariz e não deixa cicatriz externa. A DCR externa envolve uma pequena incisão ao lado do nariz, que costuma cicatrizar muito bem e fica pouco visível com o tempo.

Quanto tempo leva a recuperação?

A maior parte do inchaço e do desconforto melhora na primeira semana. O paciente costuma voltar às atividades leves rapidamente, evitando esforço físico intenso, assoar o nariz com força e expor o rosto ao sol excessivo nas primeiras semanas.

O tubo de silicone fica para sempre?

Não. Quando utilizado, o tubo é retirado em consultório algumas semanas a poucos meses após a cirurgia, depois que o novo trajeto já está cicatrizado e estável.

A cirurgia resolve o lacrimejamento em todos os casos?

A taxa de sucesso é alta, mas nem todos os casos são resolvidos em uma única cirurgia. Fatores como cicatrização individual, causa da obstrução e envolvimento de outros segmentos das vias lacrimais podem exigir procedimentos complementares.

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