Olho vermelho, ardor, lacrimejamento, sensação de areia, secreção e pálpebras grudando ao acordar são queixas frequentes.
Nas conjuntivites virais costuma haver secreção mais aquosa, maior sensação de contágio e, às vezes, quadro associado de gripe ou resfriado.
Nas formas bacterianas, a secreção pode ser mais espessa e amarelada. Nas alérgicas, a coceira costuma ser um dos sintomas mais marcantes.
O diagnóstico idealmente é feito pelo oftalmologista, porque olho vermelho também pode acontecer em uveíte, ceratite, úlcera de córnea, glaucoma agudo e outras situações que exigem outro tratamento.
Na consulta, o aspecto da secreção, o padrão da inflamação, a presença de coceira, dor, fotofobia e comprometimento da córnea ajudam a distinguir os tipos de conjuntivite.
Casos com dor importante, piora visual, manchas na córnea, baixa de visão ou sintomas muito intensos merecem avaliação mais rápida.
Quer entender os próximos passos para conjuntivite?
Se conjuntivite se parece com o seu quadro, a equipe pode orientar pelo WhatsApp qual especialista costuma avaliar, quais exames entram primeiro e quando vale acelerar a consulta.
O tratamento depende da causa. Em quadros virais, é comum recomendar compressas frias, lubrificação e medidas de higiene para reduzir o desconforto e diminuir o risco de transmissão.
Na conjuntivite bacteriana, o oftalmologista pode indicar colírio antibiótico. Nas conjuntivites alérgicas, costuma ser importante controlar a alergia, evitar coçar os olhos e usar colírios antialérgicos e lubrificantes quando indicados.
Não é uma boa ideia usar colírio por conta própria. Em alguns olhos vermelhos, o colírio errado pode atrasar o diagnóstico ou até piorar a situação.



