Cirurgia de órbitas

Descompressão orbitária, Orbitopatia de Graves, tumores de órbita e reconstrução.

O que é a Cirurgia de Órbitas?

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A órbita é a estrutura óssea e os tecidos moles que circundam os olhos. Nela ficam estruturas essenciais: o nervo óptico, a artéria oftálmica e os músculos extraoculares que movimentam o olho. Doenças da órbita podem afetar visão, movimento ocular e aparência.

Os sintomas mais comuns são olhos progressivamente saltados (proptose), olho seco grave, estrabismo adquirido, dor ocular, perda de visão por compressão do nervo óptico e até dificuldade de fechar os olhos em casos graves. A Orbitopatia de Graves é uma das causas mais frequentes e é mais de 20 vezes mais comum em fumantes.

A cirurgia de órbita trata descompressão orbitária, tumores orbitários, fraturas, Orbitopatia de Graves e reconstrução. Na Ortolan Oftalmologia o Dr. Gustavo de Paula lidera essa área — especialista em Oculoplástica e Órbita pela USP.

Quando procurar um especialista em órbitas?

ORBITOPATIA DE GRAVES
Olhos saltados por doença da tireoide
PROPTOSE OCULAR
Projeção excessiva do globo ocular
TUMORES ORBITÁRIOS
Lesões no espaço ao redor do olho

A cirurgia de órbitas é a especialidade que cuida da saúde dos olhos, do nervo óptico, de tumores de órbita e dos olhos 'saltados' da Doença de Graves. O médico oftalmologista especializado em cirurgia de órbitas é um profissional raro no Brasil, mas muito importante — realiza cirurgias e tratamentos únicos para patologias raras e graves. Na Ortolan Oftalmologia, o Dr. Gustavo de Paula, especialista em Oftalmologia, Oculoplástica, Vias Lacrimais e Órbita pela USP e Doutorando em Oftalmologia pela USP, lidera essa área.

Dr. Gustavo de Paula, especialista em cirurgia de órbita e oculoplástica.

Como funciona e para quem costuma ser indicada

O que é a órbita? É a estrutura óssea e os tecidos moles que circundam os olhos. Essa região anatômica tem enorme importância, pois ali ficam nervos essenciais como o nervo óptico, a artéria que irriga os olhos (artéria oftálmica) e os músculos que controlam o movimento dos olhos (músculos extraoculares). A órbita é composta por sete ossos: frontal, lacrimal, etmóide, zigomático, maxilar, palatino e esfenóide (o osso nasal é adjacente, mas não faz parte da composição).

Dr. Gustavo de Paula, especialista em cirurgia de órbita e oculoplástica.
Dr. Gustavo de Paula — diretor de Oculoplástica, Órbita e Vias Lacrimais da Ortolan Oftalmologia.

Os músculos extraoculares da órbita movimentam os olhos: reto lateral, reto medial, oblíquo superior, oblíquo inferior, reto superior e reto inferior. Na Doença de Graves, esses músculos frequentemente são acometidos (forma miogênica) e causam estrabismo secundário, diplopia e restrição de movimento.

Sintomas de doenças das órbitas dos olhos: olhos que ficam progressivamente mais saltados (proptose/exoftalmo); olho seco grave devido à exposição progressiva da córnea; inflamação com olhos muito vermelhos; aparecimento de estrabismo já na vida adulta; perda de visão por compressão do nervo óptico (com perda do campo visual); dores nos olhos; e até dificuldade de fechar os olhos em casos graves (com risco de ceratite de exposição).

Principais áreas de atuação do especialista em oculoplástica e órbita. PÁLPEBRAS — funcional: correção de ptose (pálpebra caída), entrópio (pálpebra virada para dentro), ectrópio (pálpebra virada para fora), remoção de tumores benignos e malignos e reconstrução palpebral após traumas ou cirurgias. Estética: blefaroplastia, cirurgia que remove o excesso de pele e as bolsas de gordura das pálpebras superiores e inferiores, rejuvenescendo o olhar.

VIAS LACRIMAIS — trata principalmente os problemas de lacrimejamento excessivo (epífora) causados por obstrução dos canais lacrimais. O cirurgião oculoplástico realiza procedimentos para desobstruir ou criar um novo caminho para a drenagem da lágrima (dacriocistorrinostomia, DCR), resolvendo o problema tanto em adultos quanto em crianças.

ÓRBITA — condições mais complexas dentro da cavidade ocular. Funcional: tratamento de fraturas orbitárias (resultantes de acidentes), remoção de tumores orbitários, manejo de doenças inflamatórias como a Orbitopatia de Graves (associada a doenças da tireoide), que causa a projeção do olho ('olhos saltados'). Estética e reparadora: reconstrução da órbita e adaptação de próteses oculares após a perda de um olho.

Conheça o Dr. Gustavo de Paula, cirurgião de órbitas da Ortolan Oftalmologia. O maior diferencial do Dr. Gustavo é ser um médico oftalmologista completo — além de extremamente capacitado nas cirurgias de órbitas, também é especialista em cirurgia plástica ocular (oculoplástica). Portanto, é capacitado para resolver as questões orbitárias e as questões estéticas das pálpebras, que na maioria das vezes são associadas nos casos de doenças de órbita.

Após se formar médico, o Dr. Gustavo fez Residência em Oftalmologia na USP, Fellow em Cirurgia Oculoplástica (Plástica Ocular), Fellow em Cirurgia de Órbitas e ainda é Doutorando em Órbitas sob orientação do Prof. Dr. Allan Pieroni, um dos maiores especialistas de órbita da América Latina, no setor de Órbita Ocular liderado pelo Prof. Dr. Mario Luiz Monteiro.

Essa formação altamente especializada é o grande diferencial do especialista: conhecimento profundo não apenas da estética facial, mas também da anatomia complexa e do funcionamento delicado do olho. Isso garante máxima segurança para o paciente, pois a saúde ocular é sempre a prioridade em qualquer procedimento.

O Dr. Gustavo já realizou milhares de procedimentos de órbitas, oculoplástica e funcionais na região ao redor dos olhos — blefaroplastias, cirurgias de descompressão orbitária, retirada de tumores de pálpebras e órbitas, cirurgias para epífora como a dacriocistorrinostomia, correção de ptose congênita e adquirida, reconstrução após remoção de cânceres e tumores de órbitas e pálpebras e cirurgias para melhora da retração palpebral.

Foi escolhido para liderar o setor de Oculoplástica da Ortolan Oftalmologia pelo diretor Dr. Lucca Ortolan devido ao seu caráter ético, humano e à excelência técnica nas cirurgias da região periocular.

Quando procurar um especialista em órbitas? Olhos que se tornam progressivamente mais saltados (exoftalmo/proptose ocular); pálpebras retraídas que tornam os olhos progressivamente mais abertos e dão aspecto de pessoa 'assustada'; irritação constante, dores nos olhos, olhos vermelhos e inflamados; perda de visão progressiva associada aos olhos saltados; tumores de órbita diagnosticados por ressonância magnética; olhos 'saltados' ou assimetria ocular; sequelas após traumas da face com fratura de órbita associada; estrabismo progressivo, especialmente se associado à projeção dos olhos para frente.

Orbitopatia de Graves (Orbitopatia Distireoideana) — os sintomas típicos incluem proptose/exoftalmo, grande retração da pálpebra superior (com aparecimento do branco do olho na parte superior — scleral show), lid lag, olho seco, ressecamento e lesões corneanas por exposição. São muito exacerbados em tabagistas: a doença é mais de 20 vezes mais frequente em fumantes. É fundamental parar de fumar o quanto antes. A cirurgia de descompressão orbitária tem múltiplas finalidades: melhora estética, recuperação da função palpebral, melhora do olho seco e tratamento da compressão do nervo óptico (previne a cegueira).

Em resumo, a especialidade em Órbitas cuida da harmonia e da saúde de uma das áreas mais expressivas e delicadas do corpo, garantindo que os olhos não apenas vejam bem mas tenham também uma aparência saudável e natural. Não deixe para amanhã a avaliação de condições potencialmente graves.

Recuperação e cuidados

A recuperação depende muito do tipo de procedimento realizado. Cirurgias para orbitopatia de Graves, biópsias, descompressões orbitárias e abordagens para tumores têm tempos de recuperação e cuidados diferentes.

No pós-operatório, é comum acompanhar edema, hematoma, motilidade ocular, dor, fechamento palpebral e função visual. Como a órbita envolve estruturas delicadas (nervo óptico, musculatura extraocular, vasos sanguíneos principais), o seguimento próximo ajuda a detectar cedo qualquer alteração visual, inflamatória ou de cicatrização.

Cuidados pós-operatórios comuns incluem repouso relativo, compressas frias nas primeiras 48 horas, elevação da cabeceira, uso de colírios e/ou pomadas prescritos, evitar esforço físico e retornos regulares para avaliação.

A maioria dos pacientes retorna às atividades habituais em 1 a 2 semanas, com resultado final que se consolida ao longo de meses à medida que o edema residual desaparece e a cicatrização amadurece. Em casos mais complexos (descompressão orbitária bilateral, reconstruções extensas), o período de recuperação pode ser mais longo.

Em cirurgias para Orbitopatia de Graves, é comum que sejam necessárias cirurgias em etapas: primeiro a descompressão orbitária (se houver compressão do nervo ou proptose importante), depois correção de estrabismo (se houver diplopia persistente) e por último cirurgias palpebrais de ajuste (correção de retração palpebral). Essa sequência respeita a cicatrização progressiva.

Riscos e pontos de atenção

Os riscos variam conforme o diagnóstico e a cirurgia proposta. Podem incluir sangramento, hematoma orbital, diplopia (visão dupla transitória ou persistente), alteração palpebral, assimetria, necessidade de procedimentos complementares e, em casos mais complexos, comprometimento visual por lesão do nervo óptico ou vasos orbitais.

Na cirurgia de descompressão orbitária, os riscos incluem diplopia (mais comum em descompressões mediais), sinusite, fístula liquórica (rara) e alteração da sensibilidade da face. A taxa de sucesso é alta quando a indicação é correta e a técnica é executada por cirurgião experiente.

Em tumores orbitários, o manejo depende da localização e do tipo histológico. Alguns tumores podem ser abordados com biópsia incisional, outros exigem excisão completa e reconstrução. O planejamento é multidisciplinar (oftalmologia, otorrinolaringologia, neurocirurgia, oncologia) quando necessário.

A decisão cirúrgica precisa ser individualizada e baseada em exame clínico, tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética de órbita, e objetivos terapêuticos muito claros, definidos junto com o paciente.

O Cirurgião de Órbitas e Pálpebras — Dr. Gustavo Cardoso de Paula, diretor de Órbitas e Oculoplástica da Ortolan Oftalmologia. Especialista formado em Oftalmologia e Cirurgia Oculoplástica na USP. Aprendeu as técnicas mais modernas com os maiores especialistas do país no setor de Oculoplástica da USP. Palestrante de congressos, pesquisador, autor de artigos científicos. Realizou milhares de cirurgias oftalmológicas e procedimentos estéticos na região periocular em sua carreira. Oftalmologia e Oculoplástica — CRM 210.922 | RQE 110.585.

O conteúdo desta página tem intuito informativo e educacional. Não deve servir como base para diagnóstico ou tratamento sem a realização de consulta médica oftalmológica com aconselhamento personalizado.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre cirurgia de órbitas

Cirurgia de órbitas é a mesma coisa que blefaroplastia?

Não. Blefaroplastia é uma cirurgia palpebral. Cirurgia de órbitas trata doenças do espaço orbitário, como orbitopatia de Graves, tumores e proptose.

Olhos saltados sempre significam necessidade de cirurgia?

Não. Em alguns casos o tratamento é clínico ou envolve controle da doença de base. A cirurgia entra quando há indicação funcional, compressiva ou reconstrutiva.

Quando a avaliação deve ser mais rápida?

Quando há piora visual, dor importante, diplopia recente, progressão rápida da proptose ou suspeita de compressão do nervo óptico.

★★★★★

Fiz cirurgia refrativa com o Dr. Lucca e o resultado foi perfeito. Acordei no outro dia enxergando 100% sem óculos. Equipe atenciosa e clínica impecável.

Carolina M.Dr. Lucca Ortolan
★★★★★

Operei catarata dos dois olhos com lente premium trifocal. Hoje leio, trabalho no computador e dirijo sem óculos. Dr. Lucca explicou cada detalhe com paciência.

Aparecida S.Dr. Lucca Ortolan
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A Dra. Nicole cuidou do meu ceratocone e fez o crosslinking. Profissional extremamente competente, me senti segura do início ao fim.

Mariana F.Dra. Nicole Bulgarão
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Dr. Daniel Omote operou meu descolamento de retina em caráter de urgência. Salvou minha visão. Profissional excepcional, super didático.

Roberto A.Dr. Daniel Omote
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