Baixa de visão súbita, perda parcial do campo visual, embaçamento importante e aparecimento repentino de área escura na visão são sinais de alerta.
Em alguns casos, a queixa pode ser discreta quando a obstrução acomete um ramo menor; em outros, a perda visual é intensa desde o início.
O diagnóstico costuma envolver exame do fundo de olho, OCT, retinografia e, conforme o caso, angiografia e investigação sistêmica.
Pressão alta, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, glaucoma e doenças vasculares podem aumentar o risco em parte dos pacientes.
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Se oclusões vasculares da retina se parece com o seu quadro, a equipe pode orientar pelo WhatsApp qual especialista costuma avaliar, quais exames entram primeiro e quando vale acelerar a consulta.
O tratamento depende do tipo de oclusão, do tempo de evolução e do acometimento da mácula, da retina ou do nervo óptico.
Em casos venosos, podem entrar acompanhamento com retina, controle dos fatores de risco e tratamentos intraoculares quando há edema macular. Em casos arteriais, a avaliação rápida é especialmente importante.

