Cirurgia

Cirurgia de descolamento de retina

Conjunto de técnicas — vitrectomia posterior via pars plana, retinopexia pneumática e introflexão escleral — usadas para reposicionar uma retina descolada e preservar a visão. É uma urgência oftalmológica.

FLASHES REPETIDOS
Sinal de tração vitreorretiniana aguda
MOSCAS VOLANTES
Aumento súbito pode indicar rotura retiniana
SOMBRA NO CAMPO
Cortina escura atravessando o campo visual
Mapeamento de retina ilustrando descolamento de retina.
Cirurgia de descolamento de retina | imagem 2

Como funciona e para quem costuma ser indicada

No descolamento de retina, a camada sensível à luz se separa da parede interna do olho, deixando de receber o oxigênio e os nutrientes necessários. Sem tratamento, isso leva a perda visual progressiva e, eventualmente, permanente na área descolada.

A forma mais frequente é o descolamento regmatogênico, que começa com uma rotura ou buraco na retina, muitas vezes provocado pela tração do vítreo ao se soltar. Existem ainda os descolamentos tracionais (comuns em diabetes avançada) e os exsudativos (por acúmulo de líquido em doenças inflamatórias ou tumorais).

Os sintomas de alerta são flashes de luz repetidos, aumento súbito de moscas volantes, sensação de cortina ou sombra atravessando o campo visual e perda visual rápida. Qualquer desses sinais pede avaliação no mesmo dia.

Equipe médica

Nosso cirurgião de retina

O descolamento de retina é uma urgência oftalmológica que exige avaliação imediata e, na maioria dos casos, vitrectomia via pars plana, retinopexia pneumática ou introflexão escleral. Na Ortolan Oftalmologia, a condução é feita pelo Dr. Daniel Lani Louzada, especialista em retina cirúrgica e vítreo.

Dr. Daniel Lani Louzada
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Recuperação e cuidados

Depois da cirurgia, o olho costuma ficar mais sensível, vermelho e com visão borrada por algumas semanas. O uso disciplinado dos colírios e o repouso orientado são fundamentais para a cicatrização da retina.

Quando há tamponamento com gás, o paciente pode precisar manter uma posição específica da cabeça durante vários dias para que a bolha de gás comprima corretamente a área tratada. Viajar de avião ou subir a grandes altitudes fica temporariamente proibido enquanto houver gás dentro do olho.

Em casos com tamponamento por óleo de silicone, costuma haver um segundo procedimento no futuro para remoção do óleo. O acompanhamento é feito com biomicroscopia, mapeamento de retina e OCT.

Riscos e pontos de atenção

Os principais riscos incluem re-descolamento, proliferação vitreorretiniana (formação de tecido cicatricial), aumento da pressão intraocular, catarata acelerada, infecção e estrabismo em casos de introflexão escleral.

A chance de sucesso anatômico em um único procedimento é alta no descolamento regmatogênico sem complicações, mas diminui quando há atraso no diagnóstico, cicatrização acentuada ou envolvimento da mácula.

O resultado visual depende, sobretudo, se a mácula estava descolada e por quanto tempo: quanto mais cedo a cirurgia, melhores tendem a ser os resultados funcionais.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre cirurgia de descolamento de retina

Descolamento de retina é emergência?

Sim. É uma urgência oftalmológica. Quanto mais cedo a retina for reposicionada, maiores as chances de preservar a visão. Diante de flashes, moscas volantes súbitas ou sombra atravessando o campo visual, procure avaliação no mesmo dia.

Quais são as técnicas usadas?

As três principais são a vitrectomia posterior via pars plana (remoção do vítreo e tamponamento com gás ou óleo), a retinopexia pneumática (injeção de bolha de gás associada a laser ou crio) e a introflexão escleral (colocação de uma faixa de silicone ao redor do olho). A escolha depende do tipo, localização e extensão do descolamento.

Vou precisar ficar de cabeça baixa?

Em muitos casos sim, especialmente quando o tamponamento é feito com gás. O tempo e a posição exata (cabeça para baixo, de lado, sentado) são definidos pelo cirurgião conforme a localização da rotura retiniana.

Minha visão volta ao normal depois do descolamento?

Depende. Se a mácula não estava descolada e a cirurgia foi rápida, a recuperação costuma ser muito boa. Se a mácula já estava descolada, a visão central pode não retornar totalmente, mesmo com a retina reposicionada corretamente.

E o olho do outro lado, pode descolar também?

Há um risco aumentado em pacientes que já tiveram descolamento em um olho. Por isso, o olho contralateral precisa ser avaliado com mapeamento de retina e acompanhado periodicamente. Áreas de degeneração lattice ou roturas assintomáticas podem ser tratadas profilaticamente a laser.

★★★★★

Fiz cirurgia refrativa com o Dr. Lucca e o resultado foi perfeito. Acordei no outro dia enxergando 100% sem óculos. Equipe atenciosa e clínica impecável.

Carolina M.Dr. Lucca Ortolan
★★★★★

Operei catarata dos dois olhos com lente premium trifocal. Hoje leio, trabalho no computador e dirijo sem óculos. Dr. Lucca explicou cada detalhe com paciência.

Aparecida S.Dr. Lucca Ortolan
★★★★★

A Dra. Nicole cuidou do meu ceratocone e fez o crosslinking. Profissional extremamente competente, me senti segura do início ao fim.

Mariana F.Dra. Nicole Bulgarão
★★★★★

Dr. Daniel Omote operou meu descolamento de retina em caráter de urgência. Salvou minha visão. Profissional excepcional, super didático.

Roberto A.Dr. Daniel Omote
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