Vermelhidão, lacrimejamento, sensação de areia, secreção mais aquosa e desconforto ao piscar são sintomas comuns.
Muitos pacientes relatam quadro gripal recente, dor de garganta ou contato próximo com outras pessoas com olho vermelho.
O oftalmologista avalia o padrão da secreção, o aspecto da conjuntiva, a presença de pseudomembranas e se a córnea foi acometida.
É importante diferenciar a conjuntivite viral de ceratites, conjuntivites bacterianas e alergia ocular.
Quer entender os próximos passos para conjuntivite viral?
Se conjuntivite viral se parece com o seu quadro, a equipe pode orientar pelo WhatsApp qual especialista costuma avaliar, quais exames entram primeiro e quando vale acelerar a consulta.
Em muitos casos, o tratamento envolve compressas frias, lágrimas artificiais, higiene das mãos e cuidado para evitar transmissão.
Em quadros mais intensos, a conduta pode mudar conforme a inflamação e o acometimento da córnea.

